A impressão que se pode ter de toda a movimentação de greve na UERJ é que a quantidade de pessoas interessadas no assunto aumenta cada vez mais.
Passadas as eleições da nova diretoria do sindicato técnico-administrativo (SINTUPERJ) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE), a unidade de ação na luta pelo reajuste salarial e outras bandeiras de melhorias para a universidade está consolidada entre os segmentos.
Na tarde desta quarta-feira, 28 de agosto, o auditório 13 estava com todas as suas cadeiras praticamente ocupadas. Na assembléia docente, ficou decidido que o Estado de Greve está mantido.
Segundo o setor de imprensa do sindicato que representa os professores (ASDUERJ), respeitando a nova lei regulamentadora das greves no serviço público, será divulgada com uma semana de antecedência, em jornais de grande circulação, a sessão marcada para o dia 9 de setembro. Na pauta, o Indicativo de Greve.
Os servidores farão uma carta ao governador Sérgio Cabral, fixando o prazo de resposta de resposta à proposta de reajuste até o dia da próxima assembléia, na mesma data em que os técnicos-administrativos também se reunem.
Um bom termômetro para medir o calor do movimento é o ato idealizado pelos estudantes e incorporado pelos trabalhadores que ocorre na próxima quarta, 3 de setembro.
Para os que estão preocupados com a idéia de uma nova greve, fiquem calmos! De acordo com o posicionamento do governador, os servidores votarão à favor ou contra a paralização por tempo indeterminado. Se forem favoráveis, têm 72 horas para avisar a comunidade universitária.
Enfim, tem aula na UERJ pelo menos até o dia 12 de setembro.
Passadas as eleições da nova diretoria do sindicato técnico-administrativo (SINTUPERJ) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE), a unidade de ação na luta pelo reajuste salarial e outras bandeiras de melhorias para a universidade está consolidada entre os segmentos.
Na tarde desta quarta-feira, 28 de agosto, o auditório 13 estava com todas as suas cadeiras praticamente ocupadas. Na assembléia docente, ficou decidido que o Estado de Greve está mantido.
Segundo o setor de imprensa do sindicato que representa os professores (ASDUERJ), respeitando a nova lei regulamentadora das greves no serviço público, será divulgada com uma semana de antecedência, em jornais de grande circulação, a sessão marcada para o dia 9 de setembro. Na pauta, o Indicativo de Greve.
Os servidores farão uma carta ao governador Sérgio Cabral, fixando o prazo de resposta de resposta à proposta de reajuste até o dia da próxima assembléia, na mesma data em que os técnicos-administrativos também se reunem.
Um bom termômetro para medir o calor do movimento é o ato idealizado pelos estudantes e incorporado pelos trabalhadores que ocorre na próxima quarta, 3 de setembro.
Para os que estão preocupados com a idéia de uma nova greve, fiquem calmos! De acordo com o posicionamento do governador, os servidores votarão à favor ou contra a paralização por tempo indeterminado. Se forem favoráveis, têm 72 horas para avisar a comunidade universitária.
Enfim, tem aula na UERJ pelo menos até o dia 12 de setembro.
2 comentários:
E se tem aula até o dia 12 de setembro, qq custa continuar. Dessa vez o alunos tem q se manifestar d alguma forma, aliás, quem nunca ficou de bobeira esperando professor q faltava?
E ainda se acham no direito de fazer greve.
Se num fosse uma instituicao publica? O que aconteceria? Se eles faltassem ou chegassem atrasados do jeito que fazem?
Por isso não concordo mesmo com essa greve inútil q mais prejudica do ajuda. E se ajuda, só ajuda o bolso dos servidores.
E até parece que eles vão deixar de faltar, chegar atrasado. Dar aulas mais interessantes, práticas e atuais.
Será que vai mudar se eles conseguirem o que for com essa grevizinha?
http://uerjiano.com
e o q ficou descidido nessa votação q teve alguem tem a resposta
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