“Porque estamos em greve
Uerj, 15/09/08
Há quase oito anos com os salários congelados pleiteamos, desde o início do governo Cabral, a negociação de um índice de reajuste que elimine a defasagem, hoje ultrapassando os 70%.
Após reiteradas promessas do governo, não-cumpridas, os docentes estabeleceram em assembléia, o dia 09/09 como prazo limite para a resposta às reinvindicações.
Ignorando as representações sindicais dos trabalhadores, uma pretensa proposta do governo foi apresentada à comunidade, por documento assinado pelo reitor da Uerj, com o velado propósito de, mais uma vez, ludibriar os trabalhadores da Uerj. Entre as ardilezas do texto, destacamos:
O governo se compromete, segundo o reitor, a “iniciar em dezembro um processo”, que apelidou de “readequação da carreira docente”. A data proposta para o seu “início” coincide com o término das eleições e início dos recessos na Alerj e na Uerj.
Não há informações sobre os trâmites desse processo, a forma de sua concretização, tampouco indica quando os valores propostos serão efetivados. Caso os procedimentos sejam similares aos da implantação do plano de servidores, como afirma a carta, o tal “processo” pode levar mais de dois anos e ultrapassar o mandato deste governo.
Em um futuro incerto, o reajuste estaria previsto por alterações dos pisos salariais das categorias docentes, como se as perdas tivessem ocorrido de modo diferente para os docentes de cada uma delas.
Na prática, propõe-se, sem horizonte para se concretizar, um reajuste diferenciado, que quebra a isonomia na categoria docente, sem nada conceder aos servidores técnico-administrativos.
Os trabalhadores da Uerj exigem ser tratados com dignidade e respeito.
Reinvindicamos um reajuste universal
Uerj, 15/09/08
Há quase oito anos com os salários congelados pleiteamos, desde o início do governo Cabral, a negociação de um índice de reajuste que elimine a defasagem, hoje ultrapassando os 70%.
Após reiteradas promessas do governo, não-cumpridas, os docentes estabeleceram em assembléia, o dia 09/09 como prazo limite para a resposta às reinvindicações.
Ignorando as representações sindicais dos trabalhadores, uma pretensa proposta do governo foi apresentada à comunidade, por documento assinado pelo reitor da Uerj, com o velado propósito de, mais uma vez, ludibriar os trabalhadores da Uerj. Entre as ardilezas do texto, destacamos:
O governo se compromete, segundo o reitor, a “iniciar em dezembro um processo”, que apelidou de “readequação da carreira docente”. A data proposta para o seu “início” coincide com o término das eleições e início dos recessos na Alerj e na Uerj.
Não há informações sobre os trâmites desse processo, a forma de sua concretização, tampouco indica quando os valores propostos serão efetivados. Caso os procedimentos sejam similares aos da implantação do plano de servidores, como afirma a carta, o tal “processo” pode levar mais de dois anos e ultrapassar o mandato deste governo.
Em um futuro incerto, o reajuste estaria previsto por alterações dos pisos salariais das categorias docentes, como se as perdas tivessem ocorrido de modo diferente para os docentes de cada uma delas.
Na prática, propõe-se, sem horizonte para se concretizar, um reajuste diferenciado, que quebra a isonomia na categoria docente, sem nada conceder aos servidores técnico-administrativos.
Os trabalhadores da Uerj exigem ser tratados com dignidade e respeito.
Reinvindicamos um reajuste universal
que elimine a maior defasagem salarial da história.
Asduerj."
Asduerj."
O conteúdo será distribuído neste dia que marca o início da greve dos professores na Uerj. A Asduerj informa também que está aguardadndo as decisões dos institutos e faculdades da universidade sobre a adesão, ou não, à greve.
Mais informações no Telejornal Uerj Online desta segunda, dia 15/09, ao ar às 17:30.
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