Por volta do meio-dia desta quinta-feira, 11 de setembro, os telefones da reitoria da uerj pararam de funcionar.
O local foi ocupado ontem por estudantes que exigem a imediata construção do restaurante unversitário, o congelamento do vestibular e o cumprimento do artigo 309 da Constituição Estadual, que determina a UERJ como destino de 6% da renda tributária bruta do Estado do Rio de Janeiro.
No mesmo horário do corte dos telefones, o que impede a comunicação do ocupantes por meio da internet, uma assembléia reafirmou a pauta de reivindicações estudantil e apontou para a unidade com os docentes e servidores técnicos-administrativos. Inalda Pimentel, presidente da Associação dos Docentes(ASDUERJ), e Arnaldo Gama, coordenador do Sindicato dos funcionários(SINTUPERJ), saudaram o evento.
Uma reunião entre as três entidades representativas (DCE, SINTUPERJ e ASDUERJ), realizada ainda pela manhã, foi o começo de um processo de unificação do movimento por melhoriass na UERJ.
Na parte da tarde, uma comissão de seis estudantes se reune com representantes da reitoria.
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