Por Victor Vicente

O Superclássico das Américas é uma reedição da antiga Copa Roca, que era um embate de ida e volta entre as seleções do Brasil e da Argentina onde apenas jogadores que atuam em seus próprios países poderiam disputá-la. A Copa, que foi instituída em ‘1913’ pelo presidente argentino Julio Roca, foi interrompida em 1976, e só retorna, com outro nome, este ano.
As seleções foram eliminadas nas quartas de final da Copa América, por isso o clássico foi uma espécie de teste para as duas equipes, que tiveram, até aqui, uma campanha no mínimo desapontadora em tempos de preparação para a Copa de 2014. Além disso, o duelo serviu de experiência tanto para os técnicos, que só puderam convocar atletas atuantes no país de origem, quanto para os jogadores, que tiveram a oportunidade de mostrar que tem personalidade para vestir a camisa de sua equipe na Copa do Mundo.
O Brasil teve o goleiro Jefferson, do Botafogo, como titular. No meio campo, Mano apostou no entrosamento entre a dupla de volantes corinthiana, Ralf e Paulinho. O ataque foi o mesmo escalado na vitória sobre a seleção de Gana: Damião, Ronaldinho Gaúcho e Neymar. Fred, com um edema na coxa direita, foi cortado.
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