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Baile de gala do Met


por: Hannah Farbiasz

Segunda-feira, dia 6 de maio, aconteceu o baile de gala do Met, o Metropolitan Museum of Art, abrindo mais uma exposição do Costume Institute no museu nova-iorquino. As estrelas que cruzaram o tapete vermelho seguiram o tema da exposição, o movimento punk. Algumas acertaram, como Taylor Swif, Emma Watson, Rooney Mara e Emmy Rossum. Outras dividiram opiniões, como Blake Lively, que trazia um look simples demais, e Anne Hathaway, com seus cabelos recém-pintados de loiro.

Mas as famosas mais comentadas foram as que erraram. Sarah Jessica Parker confundiu o baile com uma festa à fantasia. Já Kim Kardashian usou um vestido cuja estampa mais parecia papel de parede ou sofá da vovó. Mas o troféu de look mais medonho vai pra Madonna, que errou feio e acabou pagando mico. Outra bola fora foi a maquiagem de Elle Fanning, que não combinava nem com o tema nem com a atriz.

Duas tendências que apareceram com força foram as transparências e os recortes, que deixam qualquer look mais sensual. Dakota Fanning, Jessica Alba, Diane Kruger e Alexa Chung foram algumas que investiram e acertaram.

Outra tendência que veio em peso foram os batons em tons fechados, como vinho e roxo, caso de Miranda Kerr, Katy Perry, Nicole Richie e Nicki Minaj.

Por último, os clássicos looks esfumados e delineados foram aposta de muitas famosas, como Karlie Kloss, Karolina Kurkova, January Jones e Carey Mulligan.

Dicas para madrinhas de casamento.

Por Thaiza Pauluze

Maio é conhecidamente o mês das noivas. E entrando nesse clima de casamento, o estilo de quinta de hoje vai falar das madrinhas, que exercem um papel muito importante nas cerimônias. 


Receber esse convite é uma honra mas traz a preocupação de escolher um vestido ideal para brilhar sem ofuscar a noiva.


As cores preto e branco estão descartadas para esse posto, pois o preto remete a coisas negativas e o branco é a cor do vestido da noiva, também não é de bom tom os vestidos muito curtos.


Em 2013, os vetidos vêm com modelagens mais atualizadas e cores mais ousadas.


Tecidos leves e soltos e cores como rosa, coral, azul, verde e tons nudes são indicados para casamentos diurnos.  Já os vestidos mais justos ao corpo e cores como amarelo, roxo, vermelho e pink, com apliques de pedrarias, bilhos, renda e transparências são ótimos para cerimônias a noite. Jogos de transparência utilizando renda lisa ou bordada são ideais para quem quer toques de sensualidade.


Além de um lindo vestido, o make faz toda a diferença. Para fazer uma maquiagem de casamento bonita e não errar no visual, é preciso levar em conta que as cores não podem ser chamativas e não exagerar no brilho.


O make deve combinar com o restante da produção e com a sua tonalidade de pele. Leve em conta também o horário da cerimônia. A pele deve ser muito bem preparada para cobrir as manchas, olheiras e outras imperfeições. O blush deve dar apenas um toque suave ao rosto.


Para não errar na escolha da sombra, prefira tonalidades intermediárias, com acabamento opaco e que combinem com a cor do seu vestido. Se o casamento for de noite o ideal é apostar em sombras mais neutras como o cinza, marrom e preto com efeito esfumado ou combinar duas cores de sombras. Produções para o dia pedem nuances neutras mais suaves. Invista em cores como o nude mais puxado para o marrom, bege e fumê. Cores abertas como o rosa, roxo e azul também podem ser usadas, mas nas versões bem clarinhas.

Trabalho Infantil




Sempre ouvi meu avós dizendo: "O trabalho dignifica o homem". Pois bem, há muitos comentários, congressos, campanhas e um milhão de coisas falando sobre trabalho na infância.

Certamente não podemos tirar a melhor fase da vida de uma pessoa para enchê-la de compromissos e responsabilidades que devem ser destinadas aos adultos. Lugar de criança, como todos sabem, é na escola. Mas também é na rua, com os amigos, na pracinha, no parque, na sorveteria, no cinema, no videogame e em qualquer outro lugar em que a criança possa aprender e se divertir. E, de preferência, as duas coisas ao mesmo tempo.

Só que não podemos esquecer que não são todas as crianças que tem acesso a cinema, nem tem um videogame. As vezes nem são criadas por sua família biológica. Exploração, de fato, não está com nada, mas nos momentos de mais "perrengue" da minha vida, por exemplo, vender bombons feitos por minha mãe foi o que me salvou; e eu tinha apenas dez anos de idade. Vender limões galegos que brotam no pé do quintal é o que garante os sorvetinhos diários de uma menina de oito anos que mora em minha rua.

Aposto que todos conhecem alguma criança que ajuda os pais à noite, por exemplo, na barraquinha de cachorro-quente, de churros, ou de tapioca...

A criança pode sim trabalhar, porém o dinheiro conquistado com o esforço dela, seja ele pequeno ou muito, tem que retornar, direta ou indiretamente. Indo para as mãos dessa criança ou para aqueles que cuidam dela. Mas uma condição é CRUCIAL: Que esse trabalho não atrapalhe seu desempenho escolar, nem tire o imenso e inesquecível prazer de brincar até se cansar.

Por Eliadma Parreira

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